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Dia das Mães

Falar de mãe é sempre um assunto delicado.

Entre rusgas e afetos, sempre vão faltar adjetivos, substantivos, preposições e um idioma inteiro. Deve ser por isso que quando pensamos em “mãe” pensamos em Maria, Nossa Senhora; a minha, a sua, a “nossa” senhora.

Aquela mulher, certamente com o coração dilacerado numa dor silenciosa, firme aos pés da cruz, vivendo o sofrimento de seu filho, morrendo com ele sem poder morrer. O que sustentava Maria? O que sustenta uma mãe que perde um filho?

Tenho certeza que a resposta já brotou em seu coração.

Lá no íntimo Maria conhecia os propósitos de Deus, a salvação de todos. Também tenho certeza de que muitas vezes ela não entendeu, mas confiou. Do seu grande “sim” ao final, quando se encontrou com o Pai e depois, onde até hoje intercede por nós, ela é o maior exemplo de amor e fé da humanidade.

Maria, a auxiliadora.

Maria, a plena de graça.

Maria, a conceição imaculada.

Maria, a cheia de dores.

Maria, a mulher do sorriso.

Maria, aquela que é amada.

Maria, a virgem do silêncio…

Agora diga o nome da sua mãe. Por um acaso, a minha também se chama Maria.

Mãe, a auxiliadora.

Mãe, a plena de graça.

Mãe, a conceição imaculada.

Mãe, a cheia de dores.

Mãe, a mulher do sorriso.

Mãe, aquela que é amada.

Mãe, a virgem do silêncio…

Maria é a mãe da Eucaristia. É por isso que quando pensamos em “mãe”, pensamos em Maria; porque ao recebê-la como nossa, aos pés da cruz, nós também recebemos a missão de sermos Eucaristia. A sua mãe, é mãe de você-Eucaristia.

É por isso que quando falamos de “mãe”, a minha ou a sua, falamos sempre de Maria; porque falar da Nossa Senhora, é falar do Nosso Senhor Jesus.

por Chris Sevla

Imagem: CEB

São José Operário

A Igreja, providencialmente, nesta data civil marcada, muitas vezes, por conflitos e revoltas sociais, cristianizou esta festa, isso na presença de mais de 200 mil pessoas na Praça de São Pedro, as quais gritavam alegremente: “Viva Cristo trabalhador, vivam os trabalhadores, viva o Papa!”O Papa, em 1955, deu aos trabalhadores um protetor e modelo: São José, o operário de Nazaré.

O santíssimo São José, protetor da Igreja Universal, assumiu este compromisso de não deixar que nenhum trabalhador de fé – do campo, indústria, autônomo ou não, mulher ou homem – esqueça-se de que ao seu lado estão Jesus e Maria. A Igreja, nesta festa do trabalho, autorizada pelo Papa Pio XII, deu um lindo parecer sobre todo esforço humano que gera, dá a luz e faz crescer obras produzidas pelo homem: “Queremos reafirmar, em forma solene, a dignidade do trabalho a fim de que inspire na vida social as leis da equitativa repartição de direitos e deveres.”

São José, que na Bíblia é reconhecido como um homem justo, é quem revela com sua vida que o Deus que trabalha sem cessar na santificação de Suas obras, é o mais desejoso de trabalhos santificados: “Seja qual for o vosso trabalho, fazei-o de boa vontade, como para o Senhor, e não para os homens, cientes de que recebereis do Senhor a herança como recompensa… O Senhor é Cristo” (Col 3,23-24).

São José Operário, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

QUIZZ – pergunta 6

No dia de hoje, vamor louvar ao Senhor através do Salmo 149:

— O Senhor ama seu povo de verdade.
— Cantai ao Senhor Deus um canto novo, e o seu louvor na assembleia dos fiéis! Alegre-se Israel em quem o fez, e Sião se rejubile no seu Rei!
— Com danças glorifiquem o seu nome, toquem harpa e tambor em sua honra! Porque, de fato, o Senhor ama seu povo e coroa com vitória os seus humildes.
— Exultem os fiéis por sua glória, e cantando se levantem de seus leitos; com louvores do Senhor em sua boca; eis a glória para todos os seus santos.

Agora que estamos preparados, eis a sexta pergunta: Quando e onde foram definidos os livros da Bíblia atual? Como eles estão divididos?   

Paz e bem!

QUIZZ – Pergunta 4

E dando continuidade ao nosso Quizz, eis a quarta pergunta: Como é chamada a lista do Livros Santos?

Só moleza, né? É que setembro é mesmo um mês abençoado. Além de ser dedicado à Bíblia,  é todo “recheado” de Maria, nossa querida mãe!

No dia 08, comemoramos a Natividade; no dia 12, o Santo Nome de Maria e hoje, dia 15, Nossa Senhora das Dores.

Quero ficar junto à cruz, velar contigo a Jesus e o teu pranto enxugar!

Assim, a Igreja reza a Maria neste dia, pois celebramos sua compaixão, piedade; suas sete dores cujo ponto mais alto se deu no momento da crucifixão de Jesus. Esta devoção deve-se muito à missão dos Servitas – religiosos da Companhia de Maria Dolorosa – e sua entrada na Liturgia aconteceu pelo Papa Bento XIII.

A devoção a Nossa Senhora das Dores possui fundamentos bíblicos, pois é na Palavra de Deus que encontramos as sete dores de Maria: o velho Simeão, que profetiza a lança que transpassaria (de dor) o seu Coração Imaculado; a fuga para o Egito; a perda do Menino Jesus; a Paixão do Senhor; crucifixão, morte e sepultura de Jesus Cristo.

Nós, como Igreja, não recordamos as dores de Nossa Senhora somente pelo sofrimento em si, mas sim, porque também, pelas dores oferecidas, a Santíssima Virgem participou ativamente da Redenção de Cristo. Desta forma, Maria, imagem da Igreja, está nos apontando para uma Nova Vida, que não significa ausência de sofrimentos, mas sim, oblação de si para uma civilização do Amor.

Nossa Senhora das Dores, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

Natividade de Nossa Senhora

Hoje é comemorado o dia em que Deus começa a pôr em prática o Seu plano eterno, pois era necessário que se construísse a casa, antes que o Rei descesse para habitá-la. Esta “casa”, que é Maria, foi construída com sete colunas, que são os dons do Espírito Santo. 

Deus dá um passo à frente na atuação do Seu eterno desígnio de amor, por isso, a festa de hoje, foi celebrada com louvores magníficos por muitos Santos Padres. Segundo uma antiga tradição os pais de Maria, Joaquim e Ana, não podiam ter filhos, até que em meio às lágrimas, penitências e orações, alcançaram esta graça de Deus. 

De fato, Maria nasce, é amamentada e cresce para ser a Mãe do Rei dos séculos, para ser a Mãe de Deus. E por isso comemoramos o dia de sua vinda para este mundo, e não somente o nascimento para o Céu, como é feito com os outros santos.

Sem dúvida, para nós como para todos os patriarcas do Antigo Testamento, o nascimento da Mãe, é razão de júbilo, pois Ela apareceu no mundo: a Aurora que precedeu o Sol da Justiça e Redentor da Humanidade. 

Nossa Senhora, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova
Imagem: A Família Católica