Falar de mãe é sempre um assunto delicado.
Entre rusgas e afetos, sempre vão faltar adjetivos, substantivos, preposições e um idioma inteiro. Deve ser por isso que quando pensamos em “mãe” pensamos em Maria, Nossa Senhora; a minha, a sua, a “nossa” senhora.
Aquela mulher, certamente com o coração dilacerado numa dor silenciosa, firme aos pés da cruz, vivendo o sofrimento de seu filho, morrendo com ele sem poder morrer. O que sustentava Maria? O que sustenta uma mãe que perde um filho?
Tenho certeza que a resposta já brotou em seu coração.
Lá no íntimo Maria conhecia os propósitos de Deus, a salvação de todos. Também tenho certeza de que muitas vezes ela não entendeu, mas confiou. Do seu grande “sim” ao final, quando se encontrou com o Pai e depois, onde até hoje intercede por nós, ela é o maior exemplo de amor e fé da humanidade.
Maria, a auxiliadora.
Maria, a plena de graça.
Maria, a conceição imaculada.
Maria, a cheia de dores.
Maria, a mulher do sorriso.
Maria, aquela que é amada.
Maria, a virgem do silêncio…
Agora diga o nome da sua mãe. Por um acaso, a minha também se chama Maria.
Mãe, a auxiliadora.
Mãe, a plena de graça.
Mãe, a conceição imaculada.
Mãe, a cheia de dores.
Mãe, a mulher do sorriso.
Mãe, aquela que é amada.
Mãe, a virgem do silêncio…
Maria é a mãe da Eucaristia. É por isso que quando pensamos em “mãe”, pensamos em Maria; porque ao recebê-la como nossa, aos pés da cruz, nós também recebemos a missão de sermos Eucaristia. A sua mãe, é mãe de você-Eucaristia.
É por isso que quando falamos de “mãe”, a minha ou a sua, falamos sempre de Maria; porque falar da Nossa Senhora, é falar do Nosso Senhor Jesus.
por Chris Sevla
Imagem: CEB








